quarta-feira, 4 de março de 2009

(3)- ADEUS STRESS


Ritual Budista Tibetano que extíngue o stress.
Diante da platéia, por meio de vibrações que extraio de duas taças de som tibetana, um pequeno gongo e um sino - enquanto o ambiente é sonorizado por mantras, levo os participes a um estado de entorpecimento que faz aflorar de seus inconscientes as tensões que tem origem em seus conflitos íntimos. Os impasses psíquicos que procedem daquelas oposições de interesses e sentimentos que jamais são bem resolvidos. Em outras palavras, o stress, a seqüela provocada pelas angústias, ansiedades, animosidades, medos diversos, dos vários estados de desassossego advindos da falta de perdão e pensamentos malfazejos.Afloradas as tensões, segundo Sigmund Freud, daquele vasto e obscuro oceano chamado inconsciente ao sabor do qual o homem faz suas escolhas, as absorvo junto com as dores que provocam: cabeça, pescoço, ombros, coluna, além da rigidez, das palpitações, suores e demais mal-estares.É ver para crer, porque ao serem despertos, suas faces serenaram e sorriem em razão da quietação interior, por se sentirem leves (a percepção é que lhe foram retirados “dezenas de quilos”), terem voltado a confiar em si mesmos e por se perceberem psiquicamente ajustados e fisicamente saudáveis.Claro, antes e depois disso discorro a respeito de como evitar o stress, visto que em ultima instância - e provo isso, se resume em aprender a coexistir pacificamente com os opostos, o lado “considerado desarmônico” presente nas dualidades que permeiam a vida das pessoas.Como desenvolvi esse carisma? Ao longo de 15 anos de pesquisas e estudos práticos, dedicando-me, desde então, a curar estressados e outros enfermos extinguindo-lhes antes disso as tensões que os mantinham desequilibrados. Experiência que me permitiu historiar o livro “Elas & Eles Driblando o Stress que pode ser acessado em http://driblandostress.blogspot.com.br/

(2)- O PORQUE DA MEDICINA ALTERNATIVA



Nos últimos decênios muito se tem dito a respeito da medicina alternativa, mesmo se vez ou outra serviu para abominá-la. Não esqueçamos, porém, que em todas as áreas da atividade humana nem sempre aqueles que a exercem são honrados.Até a alguns anos, no recinto que no nosso mundo abriga as “curas alternativas” cochilava a acupuntura. Foi “despertada” pela Organização Mundial da Saúde quando, ao reconhecer finalmente seu efeito terapêutico a elevou ao status de medicina oficial
A homeopatia, ao contrário, que há tempo goza de idêntico prestígio, mesmo se historicamente já curou inúmeros enfermos, continua sendo “admoestada” com a alegação que seus fármacos não contêm principio ativo algum.Hoje, mundialmente, um número cada vez maior de pacientes curam-se a revelia da medicina oficial, porque esta, negando-se a vasculhar o espaço que seu paradigma ridiculariza, permanece à margem de sucessos que, por contrariarem seus interesses, condena. Sim, os métodos de tratamento natural, por não serem patenteáveis, não avalizam, como fazem os medicamentos laboratoriais, receitas bilionárias.É o caso do stress, porque mesmo se nas grandes cidades um indivíduo em cada grupo de dez toma antidepressivos, e quando uma mulher vai ao médico tem 30% de probabilidades de sair de seu consultório com uma receita de antidepressivo, a enfermidade continua alastrando-se e as chances de ser debelada com drogas medicinais praticamente inexistem.O homem é um ser psicossomático porque possui atributos psíquicos (a mente que governa) e somáticos (a estrutura corpórea que obedece) ainda que a ciência e as religiões discordem. A Ciência por ter interpretado de maneira incorreta Galileu quando disse: “um experimento só é passível de ser considerado científico quando pode ser repetido em outros lugares e por outras pessoas desde que em condições análogas”, e as religiões devido a sua crença que “Deus fala aos homens por meio das escrituras e não através das leis que impôs á natureza.
Desse modo, um estressado pode ser comparado a um veículo em cujo tanque foi colocado combustível não puro. Inicialmente roda, mas logo começa a falhar até se imobilizar de vez. Nesta fase, tentar colocá-lo em movimento acrescendo comburente legítimo é perda de tempo, porque seja o motor (a mente), como o tanque, bomba de combustível etc. (soma), entes tem que ser expurgados dos resíduos que lhe causaram danos. Contudo, se tempos depois o veículo novamente for abastecido com combustível inadequado, começa tudo de novo.Esse foi o motivo que induziu Einstein a arrazoar que a ciência era capenga e a religião cega. Afirmava que enquanto a primeira tinha a obrigação de se ater exclusivamente aos fatos, a segunda não podia se afastar dos valores. Desse modo, enquanto os religiosos deviam abdicar de rotular “fatos” o que é descrito nas escrituras, a ciência não devia afirmar que suas teorias são veridicidades porque estas, por só expressarem as conclusões permissíveis em um determinado momento, como historicamente é corroborado através de milhares de exemplos, são sempre contraditas em seguida.
A Einstein, ainda, devemos a célebre equação E=mc2 (energia é igual à massa multiplicada pela velocidade da luz ao quadrado) que de acordo com a maior ou menos concentração dos átomos que a compõe se transforma em matéria gasosa, líquida ou sólida. Uma conclusão lógica porque o berço de todos os objetos que permeiam o universo foi o “Big Bang”.Assim sendo, por ser o cosmo humano uma infinitésima partícula daquele que nos rodeia, também é energia, bem como são energias os pensamentos, enfermiças quando deprimentes, que causam dor, rigidez, tensão etc. Aqueles “mal-estares” que o acupunturista após inserir suas agulhas ao longo dos meridianos energéticos vez ou outra ameniza por algum tempo.
Entretanto, pelo fato da ciência ocidental se consagrar só ao tangível, é no cérebro que caça a causa do stress. Por isso diz: Sob o estímulo de perturbações externas, o hipotálamo libera o CRH (Corticotropin Releasing Hormone) e endorfínas. O CRH estimula a hipófise (uma glândula do cérebro), e esta segrega o hormônio adrenocorticotropico (ACTH) que por sua vez estimula a secreção do cortisol (o hormônio do stress), no córtex adrenal.Opostamente, a medicina oriental que há milênios cura doentes manipulando-lhes o “CHI” (a energia vital que no ocidente é conhecida por psique, alma ou espírito) afirma que é nessa energia que residem às causas do “bem e do mal”. Desse modo, quando “impasses psicológicos” impedem seu equilíbrio, ou “estados de não perdão, ansiedade, angústia etc. impedem que ela flua naturalmente, no local em que permanece retida há dor. Logo, se a “perturbação psíquica” não for extinguida, primeiramente surgem mal-estares e em seguida, desarmonizando os órgãos associados ao seu meridiano, os torna adoentados.Ao mesmo tempo, ao diminuir drasticamente a eficiência do sistema imunológico, pré-dispõe os estressados a somatizar uma enfermidade após outra (os que vivem indo e vindo do hospital) ou lhe permitir que um simples resfriado se transforme em uma pneumonia grave.

(1)- MEDICINA ALOPATICA VERSUS STRESS





Há ocasiões em que o homem, em razão dos padrões culturais que assumiu, recusa-se a ler, ver ou ouvir temas que contradizem seus dogmas, mesmo se o conteúdo, além de verdadeiro, lhe é extremamente benéfico. Isso porque os pré-julga capciosos ou aparvalhados.
Desse modo, quando afirmo que por meio de uma palestra Zen, Zen porque inclui um ritual tibetano, extingo o stress de quem quer que seja, isso é, lhe azero as tensões que acumulou ao longo dos anos, incluindo as dores e mal-estares que lhe são pertinentes, estampando, ainda, em suas face agora serenada um sorriso radiante, não sou levado a sério.Não sou levado a sério mesmo se o cenário do stress é cada vez mais conturbado. Sim, porque enquanto os pesquisadores esclarecem suas causas e efeitos, detalhando, por exemplo, que sob o estímulo de perturbações externas o hipotálamo libera o CRH (Corticotropin Releasing Hormone) e endorfinas, e este, estimulando a hipófise, uma glândula do cérebro, faz com que expele o hormônio adrenocorticotropico, o ACTH, que por sua vez, ao excitar o córtex adrenal, provoca a secreção do cortisol, que é o hormônio do stress. E que este, uma vez no organismo, baixando o nível de imunidade, consente que até um simples resfriado se transforme em uma pneumonia grave. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) informa que em 2004 foram vendidos 17 milhões de unidades de antidepressivos (gotas, cartelas de comprimidos, cápsulas etc.), e que três anos depois, isto é, em 2007, venderam-se 24 milhões, e em 2008, só entre janeiro e julho, o consumo chegou a 15 milhões.

Mas, há mais lenha que vai ampliar a fogueira, porque em janeiro de 2009 a mídia do mundo inteiro veiculou a seguinte pesquisa:Londres - Os antidepressivos da nova geração não funcionam, salvo nos casos mais graves, porque na maioria dos pacientes só têm efeito placebo. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada por cientistas do Reino Unido, Estados Unidos e Canadá que examinaram todos os dados existentes sobre esse tipo de substâncias.
Para o estudo, divulgado na publicação especializada "Public Library of Science", foram utilizados os resultados de 47 testes clínicos, além de uma série de dados inéditos graças à legislação britânica sobre liberdade de informação.As conclusões da pesquisa valem no caso do Prozac (fluoxetina), do Seroxat (paroxetina), e de fármacos similares como Effexor (venlafaxina) e Serzone (nefazodone).Segundo Tim Kendall, diretor-adjunto da Divisão de Pesquisa do Royal College of Psychiatrists, os laboratórios geralmente publicam somente os estudos que lançam uma luz positiva sobre seus produtos.
Qual a razão destes desacertos?
Diria que são comuns na medicina, porque ela, após a paternidade de Hipócrate (460-377 a.C.) foi adotada por René Descartes (1596-1650), aquele da física mecanicista e da teoria dos animais-máquinas. Foi assim que a ciência, incluíndo a médica, adotou a avisão de mundo em que tudo se subdivide em partes, e cada uma delas, em particulas cada vez menores. Desse modo, para entender o funcionamento de “qualquer coisa”, é necessário desmontá-la ou dividi-la em todas as partes possíveis.
Assim sendo, para conhecer é necessário fragmentar, e para corrigir (curar uma enfermidade, por exemplo), deve-se abrir, separar, e quando necessário, substituir. Sim, a técnica de uma oficina mecánica para concertar um veículo, pois o corpo humano, como os demais corpos sólidos, o paradigma cartesiano newtoniano o equipara a uma máquina.
As quatro regras fundamentais de Rene Descartes:
1. Nada deve ser aceito como verdadeiro a menos que seja claro e evidente.
2. Tudo deve ser dividido em todas as partes possíveis.
3. Diante de um enigma deve-se evoluir do mais simples ao mais complexo.
4. A razão deve ser reavaliada constantemente.
Mais tarde, Isaac Newton (1642-1727) consolidou o método racional dedutivo de Descartes e implementou definitivamente os princípios do mecanicismo. Nasceu assim o paradigma cartesiano-newtoniano, os fundamentos que até hoje norteiam a ciência.
No último séculos, porém, diante da comprovação de que a maioria das enfermidades abrolham durante os períodos em que as pessoas vivem traumas psiquicos, a medicina psicossomatica começou a encontrar seu espaço. Neste, o Dr. Gorot, do Hospital Bichat, diz: “quem mais somatiza são pessoas adaptadas ao real, ao conformismo, porque elas, obliterando toda vida imaginãria, não conseguem se soltar. Assim sendo, se colocadas em situação de impasse psicológico, somatizam desenvolvendo doenças que inúmeras vezes são muito graves.